MAPA CONCEITUAL DAS VIRTUDES
veritasperpetua
16 maio
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“ Cidadãos atenienses! Vejo que, sob todos os aspectos, sois os mais religiosos dos homens. Pois percorrendo a vossa cidade e observando os vossos monumentos sagrados, encontrei até um altar com a inscrição: ‘Ao Deus desconhecido’. Ora bem o que adorais sem conhecer, isto eu anunciar-vos” [4]
“O mistério da presença divina na existência crescera na consciência do movimento muito antes de o drama do Evangelho começar; e os símbolos que os evangelistas empregam para sua expressão, o Filho de Deus, o Messias, o Filho do homem, o reino de Deus, estavam historicamente à mão através dos símbolos faraônicos egípcios, reis davídicos, proféticos e apocalípticos, através das tradições iranianas e dos mistérios helênicos. Portanto, o “segredo” do Evangelho não é nem o mistério da presença divina na existência, nem sua articulação através de novos símbolos, mas o acontecimento em sua compreensão inteira e a decretação através da vida e da morte de Jesus” [5].
"A medida do amor é amar sem medidas" Santo Agostinho
“Nós sinais humildes do pão e do vinho transubstanciados no seu corpo e sangue, Cristo caminha conosco, como nossa força e viático, e torna-nos testemunhas de esperança para todos. Se a razão experimenta os seus limites diante deste mistério, o coração iluminado pela graça do Espírito Santo intui bem como comportar-se, estranhando-se na adoração e num amor sem limites” (Ecclesia de Eucharistia, n°62).
“Diante desta extraordinária realidade ficamos atônitos e abismados: como é grande a humildade condescendente com que Deus Se quis ligar ao homem! Se nos detemos comovidos diante do Presépio contemplando a Encarnação do Verbo, como exprimir o que se sente diante do altar onde, através das pobres mãos do sacerdote, Cristo torna presente no tempo o seu Sacrifício? Só nos resta ajoelhar e em silêncio adorar este mistério supremo da fé.” (São João Paulo II, Carta do Santo Padre aos Sacerdotes por ocasião da Quinta-feira Santa de 2004, 28 de março de 2004, n° 2).
Assim, todo aquele que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem sábio, que construiu a sua casa sobre a rocha.
Já não sou eu quem vive, mas Cristo é que vive em mim (Gl 2,20)
Nada mais doce do que o amor, nada mais forte, nada mais sublime, nada mais amplo, nada mais delicioso, nada mais perfeito ou melhor no céu e na terra; porque o amor procede de Deus, e em Deus só pode descansar, acima de todas as criaturas. (Imitação de Cristo, Tomás Kempis, p.124)